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Cheesecake de verdade

O Cheesecake é uma sobremesa quase rara, e eu achava que o motivo era a dificuldade em prepará-la, e por isso nunca tinha me arriscado em fazer.

Acontece que a real causa é o custo da receita. Cada 150g de cream cheese custa em média R$ 4,00, Por isso muito plagiam a torta usando outro ingrediente. 

O preparo em si é até fácil. Primeiro faz-se uma base assada de farofa de biscoito e manteiga, e depois se coloca na forma desmontável a mistura de cream cheese, açúcar, ovos, creme de leite, farinha, raspas de limão e de laranja e essência de baunilha batidos em uma batedeira.  Substituí o creme de leite fresco por creme de leite em lata, com receio do bolo ficar salgado.

Depois de assar em fogo baixo e 1 hora de geladeira está pronto um bolo muito saboroso que pode ter diversas opções de coberturas. Neste caso fiz uma calda de morango, açúcar e maisena. Sucesso total.

Bolo de laranja, calda e glacê

Acho que esse bolo é o favorito da Dani, ela já tinha o feito antes de começarmos o projeto e falado muito bem do mesmo. Mas, por ironia do destino a receita ficou ao meu dever.

O preparo pode ser feito com as laranjas descascadas ou com as cascas, desta vez escolhi a segunda opção.

Laranjas cortadas e batidas no liquidificador com óleo e ovos, mistura-se a farinha, o açúcar e o fermento em pó, já peneirados. E depois de 40 minutos de forno baixo temos o famoso bolo, que deverá ser regado com calda de laranja e açúcar aquecidos.

Não querendo ser do contra, mas achei o bolo amargo e doce ao mesmo tempo. A receita não indica o tipo de laranja, e eu usei laranja-pêra, talvez se tivesse usado laranjas-bahia ou tirado a casca da fruta teria ficado melhor. Mas a minha verdadeira decepção foi o “glacê”. Na foto do livro a mistura de açúcar de confeiteiro, leite, manteiga e raspas de limão ou laranja, é belíssima.Que mesmo seguindo a receita a risca, a mistura não ficou tão bonita e só tinha gosto da manteiga e açúcar. 

Até a próxima.
Cris

Cabelo de anjo com legumes para crianças

Sempre desconfiei desse macarrão tão fininho, afinal a probabilidade de ele virar uma “papa” é considerável. 

Porém a receita é bastante prática, nada de segredos ou pulo do gato. Consiste apenas em cozinhar o macarrão em água quente com sal e azeite e misturá-lo à fios de cenouras e casca de abobrinhas, previamente passados por uma frigideira com azeite e alho e decorar com lascas de queijo parmesão. O que acaba sendo um desperdício, pois a polpa do legume é totalmente descartada. 

Preparo simples de um prato simples, quase sem graça. Talvez por isso, segundo a autora, seja uma refeição para crianças, por conta da ausência de temperos.

Contudo não acho que a receita agrade o paladar dos pequenos, o macarrão fica seco, talvez se deixasse um pouco de água do cozimento ficaria melhor. 

Até Mais..
Cris

Bolo delícia de limão

Sem muito o que dizer, só que o bolo faz jus ao nome... sendo de fato uma delícia.

Para preparar, primeiro peneirei os ingredientes secos (farinha, fermento e sal).

Na batedeira, bati a manteiga até ficar fofa, acrescentei açúcar, ovos e os ingredientes secos reservados, alternando com leite e batendo tudo a cada adição, apenas para misturar.

Depois desliguei a batedeira e acrescentei as raspas de 2 limões e aí foi só levar para assar em forno pré-aquecido.

A massa fica super cremosa devido à grande quantidade de manteiga (200g), logo o bolo é um pouco gordo (daqueles que não dá pra abusar). Ainda tem um toque final que é fazer o glacê, que na verdade não é um glacê e sim aquela famosa casquinha de açúcar: basta misturar o suco do limão com o açúcar e jogar por cima do bolo. Acabei caprichando nessa hora e fazendo uma casca bem mais grossa do que a da Rita, o que não comprometeu nada já que o bolo fez a festa dos meus primos, acabando em poucos minutos.

Destaco que a receita deste bolo está não só no livro, como também aqui no site, onde ela aparece como a número 1 entre as mais acessadas.

Resumindo, um bolo DELÍCIA de limão, para quem quiser enfiar o pé na jaca. :)

Até a próxima!

Dani

Hambúrguer ao molho de mostarda


Moro em uma cidade que por pouco não é considerada “de interior”, ou será que é? Apesar dos seus aproximados 200 mil habitantes, algumas coisas simplesmente não chegam aqui. A exemplo deste fato, alguns ingredientes não são fáceis de encontrar, como a mostarda Dijon.    

Por sorte, a Dani quase todo final de semana visita sua avó numa cidade próxima e que é mais fácil de comprar algumas coisas. Sabendo disso, pedi para que ela comprasse este item indispensável na receita.
Sabendo disso, por sua vez, o marido da Dani se empolgou e em um domingo frio convidei o casal para jantar aqui em casa.

A receita é mega simples, apenas temperar a carne moída com azeite, sal e pimenta do reino, moldá-lo em forma de hambúrguer e fritá-lo. Na própria frigideira colocar a mostarda, creme de leite, sal e pimenta do reino e misturar até engrossar o molho. Como acompanhamento, servi batatas fritas com queijo Cheddar.

Todavia, fiquei com a sensação de faltar alguma coisa, talvez o pão, a salada. Não achei um jantar incrível como citou a autora do livro, ficaria melhor como lanche da tarde, apenas.

Purê de mandioquinha


Já faz um tempo meu marido elogiou um purê de mandioquinha, também conhecida como batata baroa, que ele comera em um restaurante com a minha sogra. A fim de agradá-lo, decidi comprar o legume e fazer o purê do meu jeito mesmo.

Acontece que esse tubérculo estraga muito rápido, e acredito que ele já não estava tão fresquinho quando fiz a receita, o que me deixou frustrada e receosa. 

Eu ainda perguntei para ele se o gosto era realmente aquele, e a resposta foi positiva e que por sinal estava bom, mas no meu entender eu não gostava de mandioquinha. 

Ocorre que uma das receitas do Panelinha que coube a mim, era o tal purê.

Dessa vez comprei a mandioquinha e no dia seguinte já fiz a receita. Cozinhando-a e depois de amassada, misturei com manteiga, leite, noz-moscada, pimenta do reino, sal e queijo Catupiry.

Agora sim, para minha surpresa, eu gosto de purê de mandioquinha. O gosto ficou bem parecido com o primeiro que fiz, só que mais suave e melhor temperado. Neste caso, a primeira impressão não ficou.

Até a próxima!!
Cris

Quiche Lorraine ou de queijo

Dando continuidade ao post anterior, a Quiche foi o prato salgado que eu levei.

Mesmo com medo de dar errado e não ter tempo para preparar outra receita para levar, dei continuidade ao prato, que a primeira vista parecia complicado, mas revelou-se simples e gostoso.

Primeiro faz-se a massa com farinha de trigo, manteiga, água gelada e sal. O segredo é que a massa tem que ficar um bom tempo na geladeira coberta por filme plástico, ou seja, não é uma receita muito rápida.

Depois a massa é assada por 10 minutos em forno alto, e aqui temos outro segredo, colocar feijão cru em cima da massa para que a mesma não fique estufada e quebre. Os feijões serão descartados logo após.

O recheio consiste em uma base de queijo Gruyere ralado e uma mistura de leite, creme de leite fresco, ovos, bacon, noz-moscada, pimenta do reino e sal, por cima. Para dar um toque, polvilhei queijo Parmesão ralado. Após assar por 45 minutos temos uma torta saborosa e que pretendo repetir. A única ressalva é que talvez ficasse mais gostosa se a massa fosse mais quebradiça.

Para os curiosos de plantão, Quiche, que significa torta, é um prato de origem francesa, de uma região ao nordeste do país chamada Lorraine, por isso o nome.

Até Mais!!
Cris