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Bolo Fudge com cobertura de ganache.


As próximas receitas foram feitas no mesmo dia, em especial para o chá de bebê da tia do meu marido.

O chá era no estilo “americano”, ou seja, cada convidado levaria um prato, e eu fiquei de levar um doce e um salgado. A primeira opção escolhida foi o Bolo Fudge, afinal muito raro alguém não gostar de chocolate.

Pense numa receita elaborada para chocólatras. Começando pela massa, mistura-se chocolate meio amargo (que substituí por chocolate Diamante Negro), cacau em pó, açúcar, leite, água, manteiga, óleo, farinha de trigo, bicarbonato de sódio, fermento em pó e ovos.

Com tantos ingredientes, daria para fazer duas receitas diferentes, achei muito redundante. O resultado é um bolo denso, quase que “solado’, e úmido.

Não satisfeito com chocolate, de cobertura temos uma ganache de chocolate meio amargo, manteiga e creme de leite fresco. Que depois de frio fica um pouco endurecida, porém macia e bem bonita.

As amêndoas só servem mesmo para enfeitar, e é um pouco chato cortá-la em lâminas, uma vez que não achei pronta para comprar.

O bolo fez sucesso no evento, recebi vários elogios, mas em minha opinião é chocolate demais, o que o deixa um pouco enjoativo. Mas pra quem gosta muito de doce, é uma ótima receita.

Até!!
Cris

Bolo de banana

Decidi fazer esse bolo depois de ir à casa da minha mãe e ver na fruteira mais de uma dúzia de bananas bem maduras, e que logo se estragariam.

A receita é bem fácil. É só bater na batedeira duas bananas, açúcar, manteiga, ovos, farinha de trigo, fermento em pó e essência de baunilha e depois assar por 40 minutos em forno pré - aquecido.

O resultado é uma massa bem fofinha e saborosa, mas o sabor da baunilha fica mais evidente do que o da banana, e por usar apenas duas unidades, eu continuava com o mesmo problema: Uma receita que utilizasse todas as frutas que estavam na fruteira.
 
Assim, resolvi fazer um doce de banana, daqueles simples, só com a fruta e açúcar na panela até cozinhar, e recheei o bolo.

Esse foi o toque que transformou o bolo no verdadeiro bolo de banana, ficando na medida certa.

Até Mais!!

Cris

Bolo de copinho

Eu faço parte daquele grupo de pessoas que tem "medinho" das ondas do microondas (mesmo não sabendo nada a respeito), então eu evito o seu uso o máximo possível.

Nunca gostei da ideia do bolo de copinho ou bolo de caneca, que explodiu na internet ha um tempo atrás. A única vez em que eu fiz a receita foi por pura curiosidade de saber se realmente ia sair um bolo dali de dentro, e saiu, embora nem um pouco gostoso e com aquele cheiro de ovo que faz com que a gente desista de comer ou se arrependa depois de ter comido.

Nunca mais tinha feito o tal bolo de copinho, e nem pretendia, mas como é uma das receitas do Panelinha que estão na minha lista (e não na lista da Cris), resolvi me livrar logo dele.

Devo dizer que continuo não gostando da ideia de usar o microondas pra cozinhar nada, mas reconheço que a Rita conseguiu melhorar consideravelmente a versão original desta receita. Primeiro porque ela não bate os ingredientes (manteiga, leite, ovo, açúcar, cacau em pó, farinha e fermento) direto no copo, e sim em uma tigela (pra depois distribuir a massa nos copinhos). Experimente bater um ovo dentro de uma xícara e depois batê-lo em uma tigela grande, com fouet, e verá a diferença. Adeus cheiro de ovo.

Outras melhorias que ela fez foi trocar o óleo pela manteiga derretida e o chocolate pelo cacau em pó, além de peneirar os ingredientes secos, deixando a massa aerada e, por consequência, mais leve.

O único problema foi que o livro indica 3 minutos no microondas, na potência máxima. Eu acreditei, fui até esperar na sala... e, quando o micro apitou e eu abri a portinha, uma fumaça insuportável tomou conta da cozinha. O bolinho, claro, estava completamente queimado... e eu saí abrindo todas as janelas, mesmo estando sob um frio de doer os ossos. Mas antes bater os dentes que morrer intoxicada.

Na segunda tentativa deixei apenas 1 minuto e o bolinho estava no ponto. Não sei se o tempo varia de um aparelho para o outro ou se foi equívoco do livro. O fato é que pra quem gosta de receitas práticas (e de microondas), a receita é um achado. :)

Até mais,
Dani

Piadina

A Rita Lobo diz que este pão pode ser servido assim, quentinho, sem nada. Eu já acho que o recheio dele é simplesmente obrigatório. Quase como um pão sírio, ele sozinho não tem glamour algum, embora também não precise de muita coisa. Experimentei depois com rodelas de tomate e um fio de azeite e ficou completamente outra coisa. Já ele puro... nenhuma graça. 

Acho que comer piadina sem recheio é o mesmo que comer tapioca sem passar nem uma manteiguinha. Não desce. 

O preparo é bem simples: misturar farinha, sal, fermento, leite, formar uma bola e sovar por alguns minutos. Depois é só enrolar em formato de cobra, cortar em 6 pedaços, abrir cada um deles com um rolo e colocar os discos na chapa quente dos dois lados. E pronto.

Eu fiz a versão integral, usando metade da farinha branca e a outra metade integral, o que segundo a autora deixa a massa mais durinha, mas igualmente saborosa. Porém, além de não me deixarem sair da dieta, não fizeram nenhum outro grande sucesso.

Até,
Dani

Feijoada e os gomos de laranja perfeitos

Confesso que nunca tinha pensado em fazer uma feijoada, afinal na minha casa o dono da feijoada é o patriarca da família. Mas já que tinha que fazer mãos à obra.

À primeira vista o que agrada nesta receita é o fato de não conter ingredientes que eu acredito não serem comestíveis, como orelhas, rabo, tripas e etc.

Escolhi um feriado para cozinhar, pois precisaria de tempo, uma vez que o preparo começa no dia anterior, com o feijão e a carne seca de molho.

No dia em questão, eu queria ter começado bem cedo, mas tinha me esquecido de comprar a couve e a carne defumada, que por não especificar no livro qual o tipo da carne, comprei costela defumada.

O preparo é demorado: Corta bacon, corta costela, corta carne seca, corta linguiças tipo calabresa e paio e depois de quase 2 horas cozinhando com o feijão e uma laranja inteira, que depois é descartada e que não entendi muito bem a função, já que não liberou sabor algum, tempera-se com cebola, alho, cheiro verde, cominho e pimenta.

O toque final é acrescentar uma “papinha” feita com uma concha de feijão e que engrossa a feijoada que é uma beleza.

O corte das laranjas inicialmente é complicado, mas depois que pega o jeito fica fácil, e o legal é que não fica aquele bagaço na hora de comer, deixando-a mais saborosa. O único problema é que Laranja-Baía não é muito comum na minha cidade, então das 7 que comprei só aproveitei 4, as demais estavam secas.

Resultado final....APROVADA com louvor por toda a familia, inclusive pelo meu pai, que contribui para o nosso almoço com crocantes torresmos, que ainda não me atrevo a preparar.

Essa é primeira receita do Panelinha que penso em repetir.

 Até a próxima.

Cris ; )


Almôndegas para crianças

Quando eu bati os olhos nessa receita pensei que ia passar horas na cozinha, mas o procedimento todo é relativamente rápido (a Rita Lobo que exagerou um pouco na riqueza de detalhes).

Comecei preparando o molho, que é uma lata de tomate pelado temperado com cebola, alho, azeite, manteiga, sal e pimenta-do-reino moída na hora. Sou apaixonada por tomate pelado e não tenho dúvidas de que ele é o grande diferencial desta receita... e acho que de qualquer outra em que ele for ingrediente.

[tomate pelado italiano, eu te amo!]

Depois temperei a carne moída com cebola, alho, salsinha picada, sal, pimenta-do-reino e miolos de pão francês molhados no leite. Quando acrescentei o ovo ficou praticamente impossível formar bolinhas bem definidas e a Rita diz que a receita é assim mesmo: não compactar as almôndegas, apenas enrolar com as palmas das mãos, sem apertar. Ok. Fiz algumas almôndegas do jeito que o livro pedia e nas restantes acrescentei aveia em flocos (que, além de deixar a carne mais gostosa e saudável, faz com que você possa enrolar as bolinhas com muito mais facilidade). Achei bem melhor assim.

Com as almôndegas feitas, é só empaná-las com farinha, fritar todas em azeite e transferí-las para a panela do molho. Quando começar a ferver, cozinhar mais 10 minutos, corrigir o sal, a pimenta e... voilà!

Um arroz soltinho pra acompanhar foi suficiente. =)

Até mais,
Dani

Frango crocante para crianças.

Franguinho assado com cara de frito e empanado. Assim define-se essa receita onde filés de peito de frango, temperados com apenas sal e pimenta do reino, são envoltos por uma crosta de farelos de flocos de milho e manteiga. Após 20 minutos de forno o que temos é uma refeição leve e saborosa.
Por conter poucos temperos, o sabor mais marcante é o da manteiga e é realmente uma pena a casquinha não aderir tanto ao frango, ficando parecida mais com uma farofa.
Apesar de a receita ter dado certo, achei as quantidades um tanto equivocadas, uma vez que tive que triplicar as quantidades para que fosse possível empanar os quatro filés solicitados nos ingredientes.
Até mais..

Cris